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20 março 2026

🛠 Atualmente, muitas empresas possuem entre 20 e 40 ferramentas de segurança.
Mas quase não há transparência sobre os seus riscos.

Nos últimos anos, muitas organizações investiram massivamente em cibersegurança. Novas ferramentas para
• Segurança de terminais
• SIEM
• Gestão de vulnerabilidades
• Gestão de identidades
• Segurança na nuvem
• Monitorização de segurança

O conjunto de ferramentas cresce continuamente.
E, no entanto, muitas empresas constatam:
A transparência sobre os riscos quase não melhora.
Porquê?
Porque as ferramentas de segurança resolvem, na maioria das vezes, um problema técnico.
Elas detetam:

• Vulnerabilidades
• Ataques
• Anomalias

No entanto, o que raramente fornecem é uma resposta a outra questão:
Quais são os riscos realmente críticos para a nossa empresa?

Existe uma grande lacuna entre os dados técnicos de segurança e os riscos empresariais.
🔊 Uma organização pode receber centenas de alertas por dia e, mesmo assim, não saber:

• quais os riscos que são realmente relevantes
• quais as medidas que têm prioridade
• como o perfil de risco está a mudar

Por isso, um tema está a tornar-se cada vez mais importante: a transparência de riscos.

Porque, em última análise, não é o número de ferramentas de segurança que decide.
Mas sim se uma organização compreende e consegue gerir os seus riscos.
É exatamente isso que exigem hoje em dia os requisitos regulamentares e as normas como a NIS2 e a ISO 27001.
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